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Dias bons

Este fim de semana foi maravilhoso, de tão grande e alegre que foi.
Fui à praia sábado e domingo com a minha filha, em família e cedinho, como se quer e faz bem. Pezinhos na água, castelos na areia, sonecas na sombra do guarda sol.
Sábado à noite jantar com os amigos do coração, bebés a dormir todos no andar de cima, caipirinhas e conversas na varanda.
Passeio no domingo ao fim da tarde pelo parque da cidade, reencontro com mais amigos, muita água fresca, gelados e planos para o mês de agosto.
Há fins-de-semana assim, que parecem no mínimo uma semana de férias.
Os calor tórrido não nos deixa dormir e nós aproveitamos para ser felizes.

Parabéns

Parabéns Avó!!!

Gosto de ti por tudo o que representas na minha vida. Pela tua força de viver e por nunca teres desistido de lutar, por ti, pelos teus filhos e netas!

I believe


 
Hoje acredito que:
Somos mais felizes com o sol;
Devemos ser leais a quem nos ajudou e, por vezes, temos que acreditar e seguir, sem questionar;
Quatro cafés por dia são a base ideal para a minha estabilidade psíquica;
A força da mente, do amor e da fé conseguem mudar vidas! E que ainda há tanta gente boa, por aí, com o coração grande, grande e imensamente feliz por ajudar os outros.

Estes raios de sol


Não resolvem nada, mas ajudam! Aquecem-me o coração!

Arco-íris

Hoje soube que um casal meu conhecido vai adoptar mais uma criança, uma menina de anos.
Já têm um rapazola. E fico contente, feliz, porque todas os casais que querem, deviam poder, conseguir ter uma família. Gosto de pessoas que não desistem e que apesar de todas as contrariedades conseguem encontrar a sua família, o seu arco-íris. E quando, o merecem o fundo do coração, um dia tão cinzento como o de hoje, fica de um momento para o outro mais luminoso.
Todas as crianças deviam ter um lar, amor, sei que é um discurso batido, mas sentido  :( e o nosso pais ainda tem tanto que fazer neste campo da adopção.... tanto!
Ah e não deviam passar fome, porque ao contrario do que a Jonet diz… só uma refeição por dia é fome, ou se é!!

Mãe



Eu amo a minha mãe!
Gostava que ela soubesse  e sentisse isso a 100%!
Às vezes acho que a correria da vida não me permite expressar o quanto eu a amo!
A nossa história foi complicada. A minha mãe casou com 40 anos. Eu nasci quando a minha mãe tinha 42 anos. Até aos 11 anos só ia para casa aos fins de semana. Ficava em casa das minhas tias solteiras. A minha mãe trabalhava por turnos e muitos vezes fazia horas extras.
Quando fui viver todos os dias com os meus pais, era uma pré adolescente, com todos os dramas e ódios próprios dessa fase. Eu não conhecia os meus pais, eles não me conheciam. Estava habituada a pedir colo e mimo à minha tia, não há minha mãe. Discutia quase todos os dias com ela. Lembro-me que a dada altura tive que ler para a escola, o Diário de Anne Frank. Foi aí que a minha relação com a minha mãe mudou. Já não sei bem  porque, mas a minha carapaça de adolescente foi ficando mais permeável. 
Com os anos, a minha mãe foi-se tornado a minha melhor amiga. Uma mulher que admiro, pela sua coragem, frontalidade, meiguisse, desenrascanço. Consigo, hoje em dia, perceber as suas limitações, próprias de quem tirou apenas a 4ª classe, começou a trabalhar com 11 anos, ajudou a criar 8 irmãos, de quem nunca viajou muito, dedicou a vida à família e à filha, e agora à neta. Consigo, hoje, não ter vergonha, mas um orgulho enorme nela! 
A minha mãe tem 70 anos, ainda tem muito vida pela frente! Um dos meus maiores medos, por volta dos 20 anos, era não ter uma filha a tempo. A tempo de conhecer a avó, a tempo de ser mimada e estragada por ela, porque acredito mesmo que amor de avó deve ser o mais doce de todos.
Quero agora que a vida, Deus, permita que a minha mãe acompanhe a Helena o máximo de tempo possível. Agora tenho medo que a minha mãe não tenha um papel tão marcante na vida da Helena, como tem na minha.
Eu amo a minha mãe! 

Bebés!



Tenho duas grandes amigas grávidas. Já tive mais amigas grávidas, mas nunca tinha sentido este entusiasmo. Claro que com a Helena a felicidade foi diferente. Mas, as preocupações e responsabilidades também. Sei quando vão às ecografias, o peso actual dos bebés, gosto de saber o estado do enxoval, contribuindo com coisinhas para recém-nascido, as ideias para os quartos, etc.

Estou ansiosa por ter cá fora a minha sobrinha e sobrinho, para os encher de beijos e mimos. Não tenho irmãos, mas a sensação deve ser muito parecida, o não conseguir explicar aquela paixão toda por um bebé que não é teu, mas é como se fosse!!!


Ah, e claro que estou ansiosa que chegue o próximo verão (eu sofro de ansiedade, e muito!!). Para fazermos muitos passeios e piqueniques, porque estes bebés vão ser o mais parecido com que a Helena vai ter de irmãos, para já...

Friends!

Os dedos de uma mão chegam-me enumerar as minha amigas... e sou tão feliz assim!
Com elas consigo ser eu, dizer e fazer disparates, chorar de tanto rir, estar horas a falar ao telemóvel e passados 5 minutos voltar a ligar. Só elas conhecem a história complexa da minha família alargada, os meios irmãos do meu pai, os meus tios e tias solteiras, o meu avô pistolas. Acho mesmo que, só quando posso falar livremente sobre a minha família, sem estar constantemente a explicar quem é quem, é que sei que aquela pessoa já faz parte de mim.
Elas sabiam perfeitamente a minha forma de encarar os grandes eventos da vida, como o casamento, a gravidez e o nascimento da Helena. E as partes menos boas... Não tive que explicar nada.
Elas sabem quando um não significa "sim preciso de ti" ou "preciso de ficar sozinha"...
Elas sabem que ficaremos amigas até ficarmos senis, com rugas e nunca deixaremos ninguém desligar as nossas "máquinas"!