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Aos 19 de Junho

Este mês fomos até Lisboa, fomos como turistas assumidos. O tempo estava horrível. Com vento e chuva típicos cá do norte. Estragou muitos planos para esses dias.
Guardo para mais tarde recordar:
 
Os abraços da minha pequena:
 
 
 
O sorriso e postura dela no hotel:
 

 
 Ter estado com ela em locais como Foz do Arelho, S. Pedro de Moel, numa homenagem sentida ao meu avó, que tantas vezes, em tantos Verãos me levou a acampar para estes sítios, à procura da praia ideal para uma menina que não sabia nadar. Senti a sua presença e sei que estará sempre a velar por mim e por inerência pela Helena.
 
 
 
Quando viemos das nossas mini férias, tive a 1ª comunhão dos meus meninos. Uma lufa lufa que resultou numa cerimonia intimista e sentida. Guardo cada um deles no meu coração. E já tive alguma surpresas, como a continuidade de alguns para o próximo ano de catequese.
 
O meu pai e Titi fizeram anos ontem. Não foi como era... os tempos de crise não o deixam. Agora não jantamos todos "fora" no dia 18. Guardamos os festejos de aniversário para a noite de S. João. Mas, acho que consegui marcar um dia, com beijinhos e miminhos e lembranças. E conseguimos cantar os parabéns, "nós os 7" com um bole de noz do Pingo Doce. 4 euros. Uma festa ;)   

Deve ser do tempo


Esta semana tem sido complicada.
O marido doente.
A filha doente.
Marido fica com um humor horrível.
No trabalho as coisas não andam fáceis e tem sido uma semana de doidos.
Estes dias passaram num abrir de fechar de olhos, com viagens entre trabalho, casa, hospitais, casa da mãe... Espero que estes três dias de folga sejam calmos. Com chuva :( , mas calmos e felizes. Estou mesmo a precisar.
De felicidade e de sol... Eu não costumo ser assim. Gosto de me ter como uma pessoa feliz. Quem me conhece pessoalmente sabe que o sou... aparentemente. Sei que às vezes isto parece um muro de lamentações. Mas, há altura da vida em que tudo parece ser questionável. Estou numa dessas fases...

Como não ponho tudo o que sou no mínimo que faço

Todos nós temos a vida muito ocupada! Andamos sempre sem tempo e quando o temos dedicamos minutos a uma imensidade de tarefas que, falo por mim, nunca são desempenhadas num nível satisfatório.
Sinto que muitas vezes o que interessa é as coisas serem feitas. Fico triste porque não devia ser assim! E fico sempre mais triste quando vai interferir com alguém de quem gosto. Alguém que merecia mais dedicação e amor.

Quando saio do trabalho tenho três horas para deitar a Helena e nessas três horas tenho tanto que fazer....
E o marido reclama porque não vou logo para casa e quer estar com a filha;
E a minha mãe reclama porque tem saudades da neta;
E a avó de uma menina da minha catequese (sou catequista) pede ajuda porque precisa de ir á Igreja e não quer ir sozinha;
E a minha avó liga porque perdeu a chave;
E a prenda do dia do pai está na loja á espera que a vá buscar;
E a senhora da loja de roupa de criança liga porque chegou o que pedi;
E descubro que as fraldas acabaram;
E tenho que dar sopa á pequena e jantar;

E ás nove horas a Helena está na cama.....

Há pessoas que nos marcam, e há pessoas que são um marco na nossa vida!

O meu avó faleceu há um mês!
E tenho a certeza que nunca o vou esquecer. Por tudo, de bom e mau, que ele representou na minha vida.
Com esta morte, tive uma certeza. Que acredito no depois. Porque não pode ficar assim, por ele, acredito. Nunca teve paz na vida, espero que a encontre agora. Tenho a certeza que ele está a ver-nos; não a zelar por nós (lol) mas, a certificar-se que as coisas correm como ELE QUER. 

E Joaquim, vamos continuar a por-te muita luz:

" Vocês ouviram, quero luzes, velas na minha campa, andei sempre ás escuras a vida toda, ao menos na morte quero estar iluminado!

Outra vez doente!!!???

Não, não é a baby! Bebé fofinha de 15 meses, creche aos 10 meses, ficou doente (madeira, madeira, madeira) duas vezes até agora, uma gastroenterite e uma junção de otite e faringite. Bebé fofinha não chora muito, fica no seu canto, toma a medicação direitinha e só quer mais miminhos e leitinho!
Pai, da bebé fofinha, este inverno, já ficou doente, com gripe, constipado, com tosse, umas seis ou sete vezes. Não quer tomar medicação, já que é forte e não precisa, fica a morrer no sofá e o seu mau feitio piora umas 500.000 vezes !!!!
Não sei se adianta muito, mas para o ano vai tomar a vacina da gripe (se calhar não vai querer, mas já são outros 500).
Aqui eu, se me sinto a ficar doente, tomo logo alguma coisa; se estou mesmo doente, vou ao médico! Mas, isto sou eu, que não gosto de ficar doente e de cama mais que um dia !!!

Gosto de imaginar...

Este mês estou num local de trabalho diferente... ao meu redor estão o metro, os autocarros, o comboio, as pessoas atarefadas para chegar a casa ou ao trabalho... Numa tarde como esta, de final de semana, com o sol a pôr-se, gosto de analisar as suas rotinas, o seu passo apressado, os seus sorrisos, as suas companhias... e gosto de imaginar as suas vidas...felizes claro está! Tristezas não, que já presenciamos muitas.
E penso agora no casal... no casal não no filho bebé do casal, que estava à hora de almoço sem casaco, ao frio numa esplanada, enquanto os pais e os amigos tomavam café e fumavam :( e o bebé ao frio e exposto ao fumo... é por isso que ao imaginar vidas, que sejam felizes!!!
E ao falar de vidas felizes penso na minha... quero ir para casa, ir comprar um presente para o bebé que vou visitar logo. Quero dar beijinhos à minha filha. Quero arrumar a minha casa, para que ela fique linda para receber amanhã os meus amigos de sempre, para termos mais um jantar de Natal que nos une às lembranças de criança. Quero acordar domingo e ter um dia com o meu marido e filha. E já agora quero convidar a minha avó para lanchar, para ela também ter uma hora feliz junto à neta e bisneta, que a afaste de uma vida presa aos cuidados do meu avô acamado.
Mas, nesta hora que falta para isto tudo... vou continuar a imaginar vidas felizes...

29 anos


E já passou mais um aniversário...!
E como o passar do tempo aprendemos a gostar das coisas simples... como um almoço sossegado em casa com o meu marido e filha, o sol a entrar em casa e a deixar esquecer o frio lá fora.
E como aprendemos a valorizar aquelas pessoas que realmente importam e pelo contrário a arrumar completamente para canto os sentimentos e pessoas negativas.
E como conseguimos lidar com o facto de o facebook ter substituído um beijo, um olá, um telefonema ou uma mensagem e agradecer todos aqueles comentários.
E como um passeio de manhã sozinhas no carro, eu e a baby, pela beira mar foi o melhor presente de todos ;)

Os idosos...

Estou a substituir uma colega de trabalho, estou numa zona histórica(mas bem no centro da cidade), com casas altas e estreitas, onde o sol tem dificuldade em chegar, onde não a agitação de outras ruas não chega, onde todos se conhecem, mas onde as crianças e jovens existem cada vez menos, só os encontro nas férias, onde os avós envelhecem sozinhos, onde a solidão é tão palpável que doí....
Não consigo de deixar de pensar nos "meus idosos", nos meus amores... Penso que não se devem sentir tão sozinhos... e que se calhar sou igual a tanta gente que pensa o mesmo. Um telefonema não substitui um, beijo, um abraço, este raio de vida não nos permite o estar, mas o ir estando, e acho que todos nós fazemos o que podemos, mas que nunca é suficiente para evitar a solidão das pessoas que não vêem sempre os rostos de quem mais amam...

Como ter computador melhorou o meu dia....

Andava há cerca de três semanas sem o meu portátil.... tinha apenas aqui no trabalho um já com cerca de 500 anos, que se arrastava como tudo! Ficava facilmente sem paciência para todas as vezes que bloqueava e páginas que não davam para abrir!

Os últimos acontecimentos da nossa vida resumem-se:
A consulta de 12 meses - chorou (como seria de esperar). Desceu do percentil 50, para o 35 o que lhe valeu autorização para aumentar a dose de papa e comer uma vez por semana leite-creme. Pode comer tudo, tirando morangos.
Optei por deixar de dar de mamar e começamos o leite de vaca (que adorou!). Estou a tomar o pardonel, para secar o leite, uma bomba hormonal, que me deixa KO, cheia de sono, dores de cabeça e enjoada.
A festa de aniversário - correu lindamente. Devo confessar que gostei mais do ambiente nesta festa, do que no baptizado. Estavam na nossa casa as pessoas que, de facto, fazem parte da vida da Helena. Senti a minha filha feliz e no mundo dela!
O meu contrato - foi renovado por apenas mais 1 mês e meio. Até 31 de Dezembro. O meu coração começa a ficar pequenino.

Resumo do fim de semana


Helena com gastroenterite
Mãe da Helena com gastroenterite
Avó da Helena com gastroenterite.


Nota:
Nos intervalos das crises vi alguma coisa da casa dos segredos. Eu até segui a última edição (estava em casa de licença de maternidade) e aquilo até me divertia. Mas, acho que os concorrentes estão a perder a naturalidade, a espontaneidade, são tão artificiais em tudo, é que não há ali ninguém assim para o normal… ou é impressão minha?
Gostava de saber os critérios de escolha nos castings. Palavra? Os requisitos quais são? Serem magras, musculados, totós, que já tinham sido traídos, ou vítimas de violência. Será que há psicólogos nos castings? Gostava de saber a sua avaliação.
Para além de tudo o que se disse acho que nesta edição se está a explorar muito a violência. Tive a ver alguns vídeos de apresentação e a maior parte deles toca nesse aspecto. Acho triste. Ser violento não é um aspecto positivo!

È um programa óptimo para esquecer a crise…

Duas irmãs de 92 e 94 anos morrem amarradas à cama num incêndio


A maior parte da minha família directa tem mais de 60 anos.

Noticias como esta , onde se fala de abandono e solidão de idosos fazem-me ficar com o coração pequenino. Sei que nunca iria permitir que algum deles ficasse nesta situação, tem que haver uma alternativa ao facto de duas idosas terem morrido amarradas à cama (mesmo que fosse por questões de segurança). Ninguém devia morrer só, sem família perto, sem um beijo, sem um obrigado. Penso sempre que estas pessoas já foram filhos de alguém, que desejou mais para os seus filhos que uma morte ao abandono.
Todos os meus avós tiveram os filhos para cuidarem deles. Acho que este é o ciclo de vida. Cuidarmos dos nossos idosos, da mesma forma como cuidaram de nós quando éramos bebés!
No entanto, a vida mudou. Hoje em dia, quase ninguém pode ficar em casa a cuidar dos seus familiares. Precisamos de trabalhar. Apesar desta realidade tenho a convicção que tem que haver uma alternativa aos lares, ao abandono, ao isolamento. Conheço casais de idosos que querem o lar. Os meus idosos não querem! Para além dos meus pais tenho alguns tios e tias solteiras (que são como pais para mim). Não sei como vou fazer, mas no lar nos o vou colocar, isso era ceifar – lhes a vida e isso não! Sei que para eles sempre fui uma prioridade. Quero que sintam que também serão sempre para mim.

Zoo








Ontem fomos aqui!


A Helena esteve sempre super atenta e a chamar os animais todos! Não ficou com sono um único minuto! Nunca tinha visitado este Zoo. Acho que se passa uma tarde agradável, tem o tamanho ideal para bebés e crianças pequenas, para não se cansarem muito!

Feliz aniversário

.... Minha mãe!!!



Sim, casei-me no dia de aniversário da minha mãe!! O meu desejo mais forte para o dia de hoje é que possamos, as três, continuar a festejar este dia por muitos mais anos!

Nota: a minha sogra também faz anos hoje (coincidências estranhas). Pronto, já mencionei o facto!
Nota 2: Desde que me casei que este dia é passado a almoçar com os meus pais e o jantar é sempre a dois (este ano a três)! O D. vai ao fim do dia ter com a mãe! Inteligente, não?


Antes das 8h da manhã...

Consegui: 
- estender a roupa;
- tirar a louça da máquina; 
- arrumar os dois cestos de roupa passada a ferro; 
- passar o chão da cozinha (os meus gatos andaram a brincar com cebolas e batatas a noite toda):
- tomar banho;
- tirar a sopa da Helena para descongelar (coisa de que me esqueço quase sempre);
- tomar pequeno almoço e outras pequenas coisas...

 Às 8h acordei a minha bebé e ficamos a brincar na cama, com o sol a entrar no quarto e as nossas gargalhadas a entoar pela casa!



Às 9h estávamos na creche.


Nota: Na creche está uma sempre a chorar, mas sempre:(
A educadora disse que há casos assim, mas que, com o tempo normalizam. Contou a história de um menino que não tirava a mochila. Ficava à espera do pai e quando lhe perguntavam se não queria tirar dizia: o meu pai está a chegar! Demorou dois meses até tirar a dita cuja por ele.

Vim embora triste, apesar de a Helena não ter chorado, a pensar no menino que não tirava a mochila!

Miminhos da avó!

Gosto de saber que os lugares e pessoas que me fizeram crescer feliz, lhe estão a fazer o mesmo!


 Em casa da minha mãe, com os meus livros e as minhas bonecas!


O olhar ternurente de uma avó;)

Uma fotografia, uma história!



Algumas parecenças?
É impressionante como eu devo ter para aí umas 5 fotos de quando era bebé, a Helena umas 5000 mil!

Apesar de poucas fotografias, todas as fotos contam uma história, não são meros momentos.
Na primeira foto, estou eu, e o João, o boneco que me acompanhou sempre até deixar de ter idade para brincar com ele. Lembro-me tão bem de brincar com ele, de o vestir, de lhe dar terra para comer, de lhe pintar os olhos com um marcador azul, etc! Esta foto foi tirada em casa da minha avó materna, uma vez que vivemos lá até ao meu primeiro aniversário! O meu pai queria um rapaz, o nome estava já escolhido, João, e de uma forma carinhosa e a brincar chamava-me muitas vezes João! De tanto ouvir esse nome, acabei de o colocar ao boneco.

A segunda é a típica foto postal, adoro-a, adora as minhas mãos gordas e o boneco... O boneco foi o meu tio Avelino que me deu, (o tio que ficou tão feliz por eu ser uma menina, pois tinha dois rapazes) semanas depois desta fotografia faleceu num acidente de automóvel.
E são estas as histórias que estas fotografias contam!

Coloquei estas as fotografais da Helena, sem qualquer escolha prévia! Daqui a muitos anos, quais serão as fotografias que ela vai escolher? Quais são as histórias que vão contar? 

O avô pistolas

 O meu avô hoje faz 83 anos! Quer dizer ele não é bem meu avô, é o padrasto do meu pai. A minha avó divorciou-se, mal a liberdade trazida pelo 25 de Abril a deixou e casou-se novamente passados uns anos. Nunca tive relacionamento nenhum com o meu avô de sangue. Ele foi ver-me quando eu nasci e depois vi-o novamente quando tinha 18 anos. Mudou-se para longe, casou-se e teve 2 filhos! Fui, no entanto, ao seu funeral. Foi estranho, foi aí que percebi, o que já há muito sabia, que o meu avô era o outro o J., que hoje faz 83 anos.
Sempre tratei o J. por tio, já que não era o meu avô, e sempre tive medo dele. Não sei muito bem, qual a razão da minha avó ter ficado com ele, ele é um déspota, ganancioso, mau, forreta e no fundo, não gosta de ninguém, só mesmo dele! Em toda a minha vida, nunca tive ninguém que me provocasse sentimentos tão diferentes como ele. Num dia tenho pena dele, por ser velhinho e frágil, noutro momento irrita-me profundamente a sua maldade.
Os filhos do primeiro casamento não lhe falam, cortaram totalmente relações, não tem amigos nem outro tipo de familiares, só mesmo a minha avó, os meus pais e eu.  Já nos fez tanto, e tudo, por nada! È mau e pronto. E se tem um gesto carinhoso, que nele se materializa em dar coisas, é por que se sente na obrigação e quer ter a certeza que um dia, não nos vamos embora...
Já lhe dissemos que não nos vamos embora! Que na nossa família, nós ficamos junta daqueles que nos calharam na rifa. Como é cão que não conhece o dono, não acredita, como é lógico. Mas, nós permanecemos!
Ele desde Setembro de 2011 teve vários avc e agora está acamado. Depende da minha avó para comer, para a higiene e se está em dia não, não se percebe nada do que diz, já que a fala também ficou afectada.
A maldade continua lá. Exigiu um sino para chamar a minha avó, (que dorme no outro quarto) , se ele não dorme ela também não, chama-a 500 mil vezes e insulta-a se ela não vem logo, mesmo que ela esteja a almoçar ou no wc. A parte psíquica claro que ficou alterada e até acamar, dizia a toda a gente que o meu pai o queria matar, escondeu a chave da dispensa para a minha avó não comer, fechou-se um dia inteiro no quarto, queria ir ao banco ás 5 da manhã... fez 30 por uma linha até cair na cama!
Mas, ele hoje está de parabéns e sei que logo, quando for lá com a Helena, ele vai chorar, vai estar frágil e eu vou gostar dele, do meu avô pistolas.

....

Eu juro que até ando a fazer um esforço para mediar conflitos entre a minha família e o Dinis, com todas as ramificações que daí surjam. Mas, há situações que me fazem sentir literalmente a perder cabelos!!! 
A minha tia foi internada ontem com meningite viral, é das mais fracas que existe. Foi internada numa área de neurologia, que nada tem a ver com doenças contagiosas.
Liguei para a linha saúde pública para me esclareceram sobre transmissões a bebés. Disseram-me que se ela está internada com outros doentes, que nada têm a ver com doenças contagiosas e se pode receber visitas é porque o risco de contágio já terminou.
Tudo isto porque o Dinis não queria que eu e a minha mãe fossemos visitar a minha tia e que as pessoas que a fossem visitar não contactassem com a Helena... durante todo o tempo que a minha tia estivesse no hospital, que pode ser 15 dias. E veio com a conversa do costume, quando eu manifestei o meu desacordo. Que eu é o deixa andar, que não coloco o bem estar e a saúde da Helena como prioridade, basicamente só faltou chamar a segurança social...
Temos que confiar nos profissionais de saúde e se dizem que o risco de contágio já passou é porque já passou, digo eu... Claro que temos que ter cuidado e as medidas de higiene necessárias. Mas, eu não vou levar a Helena!
O comportamento do Dinis faz-me lembrar a idade média quando os doentes iam morrer longe. 
E não, não acho que esteja a ser má mãe! Ou acham que estou a ser irresponsável?

Cat talk


A Helena descobriu, at last, que tem companhia na cozinha! Está assim uma eternidade, que é como quem diz, vá, uns minutos!
Também descobriu a minha carteira e o porta cartões! 

Educação!


                              
Não sendo de profissão professora, nem educadora, contacto com muitas crianças, desde os seus seis anos, até à sua adolescência, e cada vez mais, tenho muitas dúvidas sobre como educar a Helena. Não tenho teorias nenhumas, apenas o meu sexto sentido, o meu amor e alguns, bons e maus exemplos.
Não tenho aquelas premissas chave e, já aqui disse, que eu e o marido ainda estamos a criar uma base de entendimento sobre a educação da pequena. Ele opta muito por impor regras desde bebé, eu nem por isso. 

Sei que a Helena ainda se assemelha muito, à tal, tábua rasa e isso motiva-me. Ao escrever este post coloquei alguns tópicos daquilo que queria para a Helena, mas depois apercebi-me que no fundo quero que ela seja uma pessoa boa, com toda a simplicidade que isso implica.  

Espero conseguir que ela se sinta amada incondicionalmente, mas sem sentido de superioridade, egoísmo e má educação! Fico triste quando vejo um jovem a tratar mal um idoso, ou a gozar com outra pessoa, a dizer palavrões ou a ser mal educado no geral. Penso, quase sempre nos pais. Se eles também tiveram as mesmas dúvidas que eu tenho agora e se sentirão de alguma forma frustrados e desiludidos com o rumo daquele jovem. E são tantos, tantos que vejo sem rumo. Desejo que a Helena saiba sempre qual o seu rumo.